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<oembed><version>1.0</version><provider_name>Andreas Kalcker</provider_name><provider_url>https://andreaskalcker.com/pt-pt/</provider_url><author_name>andreasKalckerWq</author_name><author_url>https://andreaskalcker.com/pt-pt/author/andreaskalckerwq/</author_url><title>Long COVID</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="3gP9GScY8E"&gt;&lt;a href="https://andreaskalcker.com/pt-pt/long-covid/"&gt;Long COVID&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://andreaskalcker.com/pt-pt/long-covid/embed/#?secret=3gP9GScY8E" width="600" height="338" title="&#x201C;Long COVID&#x201D; &#x2014; Andreas Kalcker" data-secret="3gP9GScY8E" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script&gt;
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</html><description>Long COVID A doen&#xE7;a provocada pelo coronav&#xED;rus (COVID-19) gerou preocupa&#xE7;&#xE3;o generalizada e sobrecarregou as institui&#xE7;&#xF5;es de sa&#xFA;de. &#xC0; medida que aumenta o n&#xFA;mero de doentes recuperados da COVID-19, aumenta tamb&#xE9;m a frequ&#xEA;ncia de relatos de sintomas semelhantes aos da COVID-19 ap&#xF3;s a alta, denominado Long COVID. Curiosamente, &#xE9; sobretudo em pessoas vacinados v&#xE1;rias vezes que se indica uma liga&#xE7;&#xE3;o muito prov&#xE1;vel a poss&#xED;veis danos causados pelas vacinas de ARNm, uma vez que foram notificados um grande n&#xFA;mero de efeitos secund&#xE1;rios e mortes que est&#xE3;o diretamente relacionados. Em estudos recentes, [M.Aparicio et. al.] as cinco manifesta&#xE7;&#xF5;es mais frequentes dos 25 sintomas de longa dura&#xE7;&#xE3;o observados neste estudo foram a fadiga, a queda de cabelo, a dispneia, os problemas de concentra&#xE7;&#xE3;o e as perturba&#xE7;&#xF5;es do sono. Al&#xE9;m disso, as pessoas tratadas com v&#xE1;rios medicamentos (tratamento convencional da COVID-19 em conjunto com CDS) registaram menos 2,7 casos de efeitos secund&#xE1;rios e os doentes tratados exclusivamente com CDS registaram menos 6,14 casos de efeitos a longo prazo. As pessoas que receberam CDS t&#xEA;m 19% menos probabilidades de sofrer efeitos a longo prazo na sa&#xFA;de do que os doentes que receberam o tratamento padr&#xE3;o para a COVID-19. De acordo com os resultados deste estudo, os doentes que recebem CDS t&#xEA;m menos probabilidades de desenvolver efeitos secund&#xE1;rios. Al&#xE9;m disso, a incid&#xEA;ncia de efeitos a longo prazo &#xE9; menor nas pessoas tratadas exclusivamente com CDS. As recentes descobertas relacionadas com o Di&#xF3;xido de Cloro justificam o aprofundamento de estudos cl&#xED;nicos para avaliar a sua efic&#xE1;cia na preven&#xE7;&#xE3;o do desenvolvimento dos efeitos a longo prazo da COVID-19. De acordo com os relat&#xF3;rios dos m&#xE9;dicos da COMUSAV, constatou-se que o CDS tem resultados muito favor&#xE1;veis no tratamento de Long Covid e na atenua&#xE7;&#xE3;o dos danos causados pela COVID e pela inocula&#xE7;&#xE3;o. Para estes casos, recomendam um tratamento de 3 a 6 meses com o protocolo C. Para avaliar corretamente os resultados, ser&#xE1; efetuada uma an&#xE1;lise exaustiva que inclui a medi&#xE7;&#xE3;o dos n&#xED;veis de d&#xED;mero D e ferritina antes e depois do tratamento, bem como um hemograma completo. Existem casos graves recuperados, tais como Guillain-Barr&#xE9;, co&#xE1;gulos sangu&#xED;neos, miocardite, fadiga, queda de cabelo, etc&#x2026; A imagem mostra o comportamento do sangue coagulado que &#xE9; imediatamente recuperado: Infiltra&#xE7;&#xE3;o de CDS no trombo sangu&#xED;neo Oxigena&#xE7;&#xE3;o observada de imediato 12 minutos depois, recupera&#xE7;&#xE3;o final O motivo pelo qual o CDS funciona tanto na COVID como na Long COVID pode ser explicado da seguinte forma: O CDS pode aparentemente eliminar a ciste&#xED;na e a tirosina da prote&#xED;na de pico do coronav&#xED;rusdos inoculados por oxida&#xE7;&#xE3;o. Em conclus&#xE3;o, &#xE9; importante destacar a disposi&#xE7;&#xE3;o das &#xE1;reas onde se encontram os amino&#xE1;cidos sens&#xED;veis &#xE0; oxida&#xE7;&#xE3;o pelo di&#xF3;xido de cloro, destacando que a prote&#xED;na de pico do coronav&#xED;rus SARS-CoV-2 cont&#xE9;m 54 res&#xED;duos de tirosina, 12 de triptofano, 40 de ciste&#xED;na, al&#xE9;m da prolina, que por sua vez est&#xE1; presente na estrutura do ACE2 em liga&#xE7;&#xE3;o com o RBD, permitindo projetar as a&#xE7;&#xF5;es do di&#xF3;xido de cloro no pico viral. Um exemplo pedag&#xF3;gico muito ilustrativo &#xE9; o facto do pico ser a chave e o recetor ACE2 ser a fechadura. A deforma&#xE7;&#xE3;o da chave devido &#xE0; oxida&#xE7;&#xE3;o do di&#xF3;xido de cloro dos amino&#xE1;cidos ciste&#xED;na, tirosina, triptofano e prolina, das cadeias de h&#xE9;lices e &#xE0; oxida&#xE7;&#xE3;o da fechadura (ACE2) n&#xE3;o s&#xF3; impede a liga&#xE7;&#xE3;o, como tamb&#xE9;m dissolve rapidamente a liga&#xE7;&#xE3;o existente entre o pico (RBD) e o ACE. Isto demonstra claramente o impacto do di&#xF3;xido de cloro no funcionamento do v&#xED;rus e na sua intera&#xE7;&#xE3;o com as c&#xE9;lulas hospedeiras. Coronav&#xED;rus Evid&#xEA;ncias cl&#xED;nicas</description><thumbnail_url>https://andreaskalcker.com/wp-content/uploads/2023/08/chrome_6fLigd2bd6-1.png</thumbnail_url></oembed>
