{"version":"1.0","provider_name":"Andreas Kalcker","provider_url":"https:\/\/andreaskalcker.com\/pt-pt\/","author_name":"andreasKalckerWq","author_url":"https:\/\/andreaskalcker.com\/pt-pt\/author\/andreaskalckerwq\/","title":"Protocolos m\u00e9dicos","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"bhkzeKoN6h\"><a href=\"https:\/\/andreaskalcker.com\/pt-pt\/protocolos-medicos\/\">Protocolos m\u00e9dicos<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/andreaskalcker.com\/pt-pt\/protocolos-medicos\/embed\/#?secret=bhkzeKoN6h\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;Protocolos m\u00e9dicos&#8221; &#8212; Andreas Kalcker\" data-secret=\"bhkzeKoN6h\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/andreaskalcker.com\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>\n","description":"Protocolos M\u00e9dicos Protocolos M\u00e9dicos Protocolo dispon\u00edvel brevemente. Protocolo Y Inje\u00e7\u00e3o CDI Di\u00f3xido de cloro intravenoso (apenas para M\u00e9dicos ao abrigo do Princ\u00edpio 37 da Declara\u00e7\u00e3o de Hels\u00ednquia da AMM) Dosagem Habitual: 5 ml de CDS (0,3% = 3000 ppm) por cada 500 ml de NaCl 0,9% com infus\u00e3o lenta &gt;2-3 horas Este tipo de tratamento \u00e9 estritamente reservado aos profissionais m\u00e9dicos do sector da sa\u00fade com fins de investiga\u00e7\u00e3o. O paciente deve ter assinado um consentimento pr\u00e9vio para cumprir os regulamentos do 37.\u00ba Princ\u00edpio da Declara\u00e7\u00e3o de Hels\u00ednquia (AMM). CDI = Soro fisiol\u00f3gico NaCl a 0,9% + di\u00f3xido de cloro (de prefer\u00eancia CDE eletrol\u00edtico y microfiltrado) numa solu\u00e7\u00e3o aquosa. N\u00e3o deve ser aplicado por via intramuscular. O objetivo \u00e9 obter uma satura\u00e7\u00e3o suficiente, uma vez que o CDS \u00e9 consumido em duas horas sem deixar res\u00edduos mensur\u00e1veis, pois decomp\u00f5e-se em pouco tempo em sal comum e oxig\u00e9nio. O uso intravenoso est\u00e1 principalmente indicado para casos agudos de hipoxia, s\u00e9psis e reac\u00e7\u00f5es histam\u00ednicas. No caso das doen\u00e7as cr\u00f3nicas, devem ser aplicados primeiro os protocolos C e E, e a via intravenosa pode ser utilizada como est\u00edmulo para chegar aos tecidos mais profundos. Normalmente, 2 vezes por semana. A. Uso subcut\u00e2neo Uma forma simples de resolver problemas locais \u00e9 atrav\u00e9s da inje\u00e7\u00e3o subcut\u00e2nea de p\u00e1pulas. O protocolo consiste em injetar v\u00e1rias p\u00e1pulas subcut\u00e2neas com uma concentra\u00e7\u00e3o de 50 ppm (=0,005%) e pH 7,6 num volume de 2-5 ml de solu\u00e7\u00e3o de di\u00f3xido de cloro (CDI) perto da \u00e1rea afetada. Sendo um g\u00e1s dissolvido em \u00e1gua, \u00e9 facilmente distribu\u00eddo pela zona. Se for necess\u00e1rio, pode ser repetido. Nota: Se o pH for inferior a 7,4, poder\u00e1 produzir-se uma sensa\u00e7\u00e3o de ardor. Por conseguinte, pode ser compensado por tamponamento com uma solu\u00e7\u00e3o de bicarbonato a 8%, adicionando aproximadamente 1-2 ml a um saco de soro fisiol\u00f3gico de 500 ml (NaCl a 0,9%). Posteriormente, o pH \u00e9 verificado com um medidor digital calibrado. Dica para emerg\u00eancias: Se n\u00e3o tiver dispon\u00edvel um medidor de pH, o pH pode ser verificado antes da inje\u00e7\u00e3o, colocando algumas gotas de CDI (soro fisiol\u00f3gico com CDS preparado) no canal lacrimal e pestanejando um pouco. A solu\u00e7\u00e3o deve ser agrad\u00e1vel, como um col\u00edrio. Caso contr\u00e1rio, pode estar demasiado concentrado ou ter um pH baixo. B. Uso intravenoso: O paciente deve, de prefer\u00eancia, ter seguido um protocolo C (oral) ou E (clister) durante pelo menos 7 dias antes de iniciar esta abordagem terap\u00eautica (com excep\u00e7\u00f5es, como em casos agudos) para obter melhores resultados e garantir uma satura\u00e7\u00e3o adequada. A cateteriza\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada atrav\u00e9s da coloca\u00e7\u00e3o de vias perif\u00e9ricas com um cateter intravenoso (calibre 18 ou 20), mudando de bra\u00e7o em cada perfus\u00e3o, e o n\u00famero de perfus\u00f5es \u00e9 decidido em fun\u00e7\u00e3o do estado do doente. Efetuar a pun\u00e7\u00e3o venosa com cuidado para evitar hematomas. Opcionalmente e de forma recomendada, pode-se realizar una gasometria venosa antes e depois para determinar o pH, pCO2, pO2, BEecf, LAC e CREA do paciente e para determinar la efic\u00e1cia da dosagem. Com base no ionograma plasm\u00e1tico, no ambiente, nos antecedentes pessoais e no historial cl\u00ednico do paciente, o uso de solu\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica sem dextrosa \u00e9 determinado segundo a sua disponibilidade. \u00c9 poss\u00edvel utilizar uma solu\u00e7\u00e3o isot\u00f3nica fisiol\u00f3gica NaCl (0,9%) ou solu\u00e7\u00e3o de Ringer, mas sem lactato. Adicionar 1 a 2 ml de CDS concentrado (0,3% = 3000 ppm) por cada 100 ml de solu\u00e7\u00e3o salina isot\u00f3nica NaCl (0,9%). A dose padr\u00e3o \u00e9 determinada como 5 ml de di\u00f3xido de cloro eletrol\u00edtico (CDE) a 3000 ppm em 500 ml de solu\u00e7\u00e3o salina durante um per\u00edodo de 2-5 horas, conforme necess\u00e1rio. A dose pode ser duplicada, mas nesse caso deve ser administrada mais lentamente para evitar uma sensa\u00e7\u00e3o de ardor ou vasoconstri\u00e7\u00e3o. Em situa\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia, tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel utilizar o CDS padr\u00e3o. O CDE eletrol\u00edtico \u00e9 simplesmente mais puro e n\u00e3o cont\u00e9m vest\u00edgios. Para doses mais elevadas, \u00e9 prefer\u00edvel utilizar a via subclavicular para evitar a vasoconstri\u00e7\u00e3o devida a uma carga excessiva de ORP. O pH do saco de perfus\u00e3o com as solu\u00e7\u00f5es inclu\u00eddas (CDE + soro fisiol\u00f3gico) deve ser preferencialmente de pH 7,6, medido digitalmente e calibrado. Para corrigir e atingir o intervalo de pH indicado, caso este seja inferior, pode ser tamponado com uma solu\u00e7\u00e3o de bicarbonato a 8% (HCO3). Por norma, s\u00e3o utilizados 1-2 ml para um saco de 500 ml de solu\u00e7\u00e3o salina de NaCl (0,9%). Esta pequena quantidade n\u00e3o anula nem neutraliza o teor de ClO2 e evita a irrita\u00e7\u00e3o ou o ardor das veias. Se n\u00e3o se dispuser de um medidor de pH, o pH pode ser verificado antes da inje\u00e7\u00e3o, colocando algumas gotas de CDI (soro fisiol\u00f3gico com CDS preparado) no olho e pestanejando ligeiramente. A solu\u00e7\u00e3o deve ser agrad\u00e1vel, como um col\u00edrio. Se n\u00e3o for o caso, \u00e9 porque est\u00e1 demasiado concentrado ou porque o pH \u00e9 baixo. A hidrata\u00e7\u00e3o oxigenante com CDI indicada \u00e9 de 500 ml a administrar durante um per\u00edodo de 3-6 horas. O conte\u00fado do saco deve estar \u00e0 temperatura ambiente e protegido da luz solar direta (raios UV), que eliminaria a sua efic\u00e1cia. Uma bomba de perfus\u00e3o cont\u00ednua (CIP) pode ser usada para uma perfus\u00e3o precisa e atempada, se necess\u00e1rio, em doentes hospitalizados que requeiram uma perfus\u00e3o constante devido \u00e0 sua gravidade. Tamb\u00e9m pode ser aplicado subclavicularmente sem problemas. Pode ser efectuada uma segunda an\u00e1lise de gases no sangue venoso para registar o estado p\u00f3s-IV e a documenta\u00e7\u00e3o do caso. Dura\u00e7\u00e3o normal: 4 dias consecutivos para os casos agudos graves ou duas vezes por semana para os casos cr\u00f3nicos e sempre acompanhados do Protocolo C2O. Recomenda-se uma compress\u00e3o adequada ap\u00f3s a pun\u00e7\u00e3o para evitar hemorragias. A satura\u00e7\u00e3o pode ser continuada com CDS oral e\/ou rectal duas horas ap\u00f3s a aplica\u00e7\u00e3o IV, Protocolo C e\/ou Protocolo E. Em doentes cr\u00edticos ou entubados, pode-se aplicar sem dosagem oral pr\u00e9via com um gotejamento de 30 gotas por minuto com 10-15 ml de CDI (3000 ppm) num saco de solu\u00e7\u00e3o salina de NaCl (0,9%) ajustada a pH 7,6, mas de prefer\u00eancia lentamente com administra\u00e7\u00e3o entre 6-8 horas. Nas ... Ler mais"}