18677Como foi referido anteriormente que a doença é falta de energia, teoricamente é mais fácil obter energia simplesmente comendo… e ao praticar desporto, claro está. O problema é que, habitualmente, uma pessoa doente não dispõe de energia para correr uma maratona, nem mesmo de oxigénio suficiente para que se realizem todos os processos do corpo. Por outro lado, os microrganismos, como os vírus, são capazes de multiplicarem-se muito mais rápido do que o nosso sistema imunitário pode engoli-los, através de um processo chamado fagocitose. Na verdade, existe uma corrida contrarrelógio quando temos uma infeção, seja ela vírica ou microbiana.

A pergunta que deve ser feita agora é: “Como podemos aumentar esta energia que nos falta?”

Em primeiro lugar, há que procurar a verdadeira causa, visto que a medicina sintomática não serve para nada, exceto para gerar dinheiro às grandes multinacionais farmacêuticas.

Obviamente, estas empresas não têm nenhum interesse em desenvolver medicamentos curativos, para não perder clientela. Não há que esquecer que um paciente saudável deixa de ser um comprador de medicamentos. Para além disso, temos podido observar a retirada de muitíssimos medicamentos funcionais nos últimos 40 anos, substituídos por outros “mais modernos” que, em vez de curar, só escondem os sintomas, mantendo o paciente doente, quanto mais tempo… melhor. Os piores de todos são os comprimidos “para toda a vida”, que não são mais do que um engano a grande escala, onde aliás todos os envolvidos nonegócio lucram. Como o paciente habitualmente confia na medicina convencional, é vítima desta fraude legal. Para aumentar a energia devemos evitar todos os tipos de toxinas, quer sejam as clássicas —fumar, álcool ou drogas (é igual se são ilegais ou não, em ambos os casos são toxinas)— e a comida industrial inadequada, fabricada com substâncias nocivas.

Paralelamente, podemos aumentar a energia do doente dando-lhe carinho e amor. O que é o amor?

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A definição de amor em termos biofísicos, para mim, é “ressonância”. Cria-se quando existe ressonância entre pessoas, animais, plantas. Esta mesma ressonância permite o incremento de energia, criando um vórtice energético entre ambos, que produz harmonia e bem-estar… Também referido como felicidade. Quando experimentamos amor, sentimos como flui a energia entre as partes integrantes de maneira infinita. Para que flua a energia é necessário um meio condutivo. Os sais e minerais do nosso corpo são os responsáveis pela condutividade elétrica e fluxo de iões. Se aumentarmos a condutividade no nosso corpo, permitimos um maior fluxo energético. De maneira simplificada, pode dizer-se que os sais e os minerais são os cabos invisíveis do nosso corpo elétrico. Quanto maiores os cabos, melhor fluirá a energia.

A principal e melhor maneira de conseguir mais energia num corpo doente é aumentando a combustão e, como já havia dito antes, esta combustão necessita de oxigénio, essencial durante todos os dias da nossa vida. Para aumentar a energia é necessário incrementar a eficácia da combustão e, portanto, do oxigénio, já que sem ele não é possível haver combustão.

Podemos comparar as chamas do fogo: embora seja usada a mesma quantidade de gás em ambos os casos, mas devido à diferença no oxigénio presente, a chama azulada é muito mais quente que a chama amarelada com pouco oxigénio.

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É possível resumir que o nosso corpo, com o fim de gerar energia, utiliza a oxidação para produzir uma combustão ótima. Os glóbulos vermelhos, ou hemácias, transportam este oxigénio imprescindível. Existe outra substância capaz de fazer o mesmo —o dióxido de cloro —, que basicamente não é senão sal e oxigénio, visto de maneira simplificada. Esta substância, da mesma forma que os glóbulos vermelhos, também é capaz de armazenar o oxigénio e, tal como o sangue, libertá-lo na zona mais ácida, através de uma reação, quando se desintegra a molécula de dióxido de cloro —durante o processo de oxidação— em sal, por um lado, e oxigénio, por outro. Esta desintegração liberta muita energia eletroquímica, que por sua vez elimina os agentes patogénicos ácidos do nosso corpo, convertendo-os em “cinzas” alcalinas. Este processo é explicado detalhadamente no meu livro “Saúde Proibida”.